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As possibilidades das plataformas na mediação de conteúdos audiovisuais

João Massarolo. Foto Daniel Guillamet
João Massarolo. Foto Daniel Guillamet

O professor João Massarolo, da UFSCar, veio ao FAM para uma palestra e lançamento de uma edição especial da revista Geminis sobre coprodução e transmídia. A revista é feita a partir de um grupo de pesquisa em parceria com o FAM.

Cada vez mais, todo tipo de conteúdo audiovisual vai parar nas plataformas como Netflix, Now e Globo Play. “A questão é como pensar em um audiovisual dentro da plataforma que faça mediação e não fique somente na exibição. Vejo que o pessoal do cinema não está preocupado com isso, ou pior, não quer entender o conceito, é uma visão simplista do que está acontecendo no mundo”, considera Massarolo.

Para ele, a sala do cinema vai perdurar, paralela às grandes mudanças, mas o principal poder está nas mãos das mídias digitais. “A questão é criar uma política onde as plataformas venham ocupar um espaço que não é só comercial. O que nós temos são plataformas de liderança, como o Netflix e plataformas temáticas, de audiovisual negro ou LGBT. A grande questão é como se transformar em plataformas vivas que promovam interações e discussões”, considera.

O 23º Florianópolis Audiovisual Mercosul teve o investimento do Banco Regional do Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE, Fundo Setorial do Audiovisual - FSA, Agência Nacional do Cinema - Ancine, com realização da Associação Cultural Panvision, Muringa Produções Audiovisuais, Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania, Pátria Amada Brasil, Governo Federal.
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