Histórico

Em 1997, a Panvision deu vida ao FAM, festival que se consagrou como um dos acontecimentos audiovisuais mais importantes do Sul do Brasil e que agora celebra sua 20ª Edição. Em todos esses anos, o FAM conquistou o reconhecimento do público e da classe pelo trabalho de difusão cultural das diversas cinematografias do Brasil e dos países do Mercosul.

A história do FAM é uma história de sucesso, de ineditismo e de um constante aperfeiçoamento dos canais de comunicação entre público e profissionais do setor audiovisual no Brasil e nos países do Mercosul. Um dos pilares do FAM é o Fórum Audiovisual do Mercosul criado para discutir políticas para o desenvolvimento do setor nos países que constituem o bloco.

O objetivo de fomentar a formação de público, difundir obras inéditas e viabilizar o debate de temas da plataforma audiovisual tem sido plenamente atingido. Mais do que isso, a cada ano aumenta a procura do público e a participação de cineastas, diretores e produtores do mercado audiovisual que atuam no Brasil e nos países do Mercosul.

Conheça um pouco da nossa história:

 2001 - Nesta edição o FAM exaltou a importância do curta-metragem, tipo de filme que praticamente só encontra janelas de exibição em festivais e algumas poucas salas culturais. O coordenador do festival, Celso dos Santos, defendeu a volta dos curtas às salas de cinema. A única produção catarinense lançada na quinta edição do Florianópolis Audiovisual Mercosul foi Roda dos Expostos, um filme de Maria Emília Azevedo sobre o abandono humano. Portugal esteve presente com curtas e longas-metragens. O Fórum Audiovisual Mercosul promoveu diversos encontros, entre eles o da Film Comission, e outro sobre Audiovisual Sul. O diretor argentino Fernando Solanas falou sobre dificuldades de produção no Mercosul. Augusto Gangorra, da TVN do Chile, mostrou como os chilenos remodelaram a TV pública ligada ao governo militar que veio a priorizar coproduções e o cinema independente com um bom resultado de audiência.

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