Histórico

Em 1997, a Panvision deu vida ao FAM, festival que se consagrou como um dos acontecimentos audiovisuais mais importantes do Sul do Brasil e que agora celebra sua 20ª Edição. Em todos esses anos, o FAM conquistou o reconhecimento do público e da classe pelo trabalho de difusão cultural das diversas cinematografias do Brasil e dos países do Mercosul.

A história do FAM é uma história de sucesso, de ineditismo e de um constante aperfeiçoamento dos canais de comunicação entre público e profissionais do setor audiovisual no Brasil e nos países do Mercosul. Um dos pilares do FAM é o Fórum Audiovisual do Mercosul criado para discutir políticas para o desenvolvimento do setor nos países que constituem o bloco.

O objetivo de fomentar a formação de público, difundir obras inéditas e viabilizar o debate de temas da plataforma audiovisual tem sido plenamente atingido. Mais do que isso, a cada ano aumenta a procura do público e a participação de cineastas, diretores e produtores do mercado audiovisual que atuam no Brasil e nos países do Mercosul.

Conheça um pouco da nossa história:

 1999 - Na terceira edição o festival foi rebatizado e passou a se chamar Florianópolis Audiovisual Mercosul, nome que se tornou definitivo. A programação foi significativamente ampliada, somando 11 eventos paralelos que incluíam seis mostras de filmes. Entre elas a Mostra de Longas, que exibiu cinco produções, inclusive O Toque do Oboé, de Cláudio MacDowel, que havia sido tema de um debate sobre coproduções na edição anterior. Também foram realizadas, entre outras, a Mostra de Programas Televisivos do Mercosul e a 2ª Mostra Internacional de Curtas, com 17 filmes portugueses. O Fórum sugeriu a criação de núcleos de apoio para produções audiovisuais, as film comissions, e reuniu canais de televisão em torno de um projeto para o lançamento de um concurso Iberoamericano de documentários. Estiveram presentes José Álvaro Moisés, secretário para o Desenvolvimento do Audiovisual (Brasil), a ministra da cultura espanhola Isabel Allonso, o crítico de cinema João Garção Borges, Luis Rodrigues, do Instituto Nacional de Cinema e Artes Visuais argentino, entre vários outros nomes.

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