Histórico

Em 1997, a Panvision deu vida ao FAM, festival que se consagrou como um dos acontecimentos audiovisuais mais importantes do Sul do Brasil e que agora celebra sua 20ª Edição. Em todos esses anos, o FAM conquistou o reconhecimento do público e da classe pelo trabalho de difusão cultural das diversas cinematografias do Brasil e dos países do Mercosul.

A história do FAM é uma história de sucesso, de ineditismo e de um constante aperfeiçoamento dos canais de comunicação entre público e profissionais do setor audiovisual no Brasil e nos países do Mercosul. Um dos pilares do FAM é o Fórum Audiovisual do Mercosul criado para discutir políticas para o desenvolvimento do setor nos países que constituem o bloco.

O objetivo de fomentar a formação de público, difundir obras inéditas e viabilizar o debate de temas da plataforma audiovisual tem sido plenamente atingido. Mais do que isso, a cada ano aumenta a procura do público e a participação de cineastas, diretores e produtores do mercado audiovisual que atuam no Brasil e nos países do Mercosul.

Conheça um pouco da nossa história:

1997 - O FAM começou como seminário sobre cinema promovido com o apoio da Cinemateca Catarinenses, UFSC e Funcine. Era o I Seminário de Cinema e Televisão do Mercosul, criado para discutir legislação e distribuição dos produtos audiovisuais. Entre os temas propostos estava a democratização dos meios de comunicação e o início do processo de massificação do cinema brasileiro na televisão. O idealizador do evento, Antônio Celso dos Santos, tinha o objetivo de promover parcerias entre cineastas, videastas, produtores culturais e empresários de televisão do Mercosul. No final, os participantes redigiram uma carta que pedia isenção de impostos alfandegários para equipamentos. Entre os convidados estavam os cineastas Guilherme de Almeida Prado, Carlos Reichenbach, Luiz Carlos Barreto e personalidades ligadas à TV brasileira, como Cláudio Petráglia, Jorge Cunha Lima, um representante da Televisão Nacional do Chile, Augusto Góngora, Julio Raffo, da Câmara Argentina da Indústria Cinematográfica, Hugo Gamarra da Cinemateca do Paraguai e Luciano Alvarez, do Instituto de Cinematografia do Uruguai.

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