Entrevistas

Um filme em 100 horas

Camila Arriaga, diretora de Cinco5
Camila Arriaga, diretora de Cinco5
Realizado durante 100 horas corridas, o curta-metragem Cinco5 é resultado da participação de uma equipe latino-americana no projeto Santa Cruz 100x100, parte do festival Fenavid, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. O Rally Universitário, que começa este ano no FAM, é inspirado nesse projeto. Camila Arriaga Torres, diretora do filme que fala sobre a perda dos sentidos de um bailarino, conta como foi a produção.
 
Pergunta - Como foi a experiência de realizar o filme no projeto Santa Cruz 100x100?
Camila Torres - A experiência no Santa Cruz 100x100 foi muito enriquecedora, já que foi uma semana de trabalho intenso com pessoas de todas as partes da América Latina, onde cada uma trouxe o melhor de si para construir um projeto conjunto, e  mais do que companheiro nos tornamos amigos.
 
Pergunta - Como decidiram o tema e pessoas de que lugares participaram?
Camila - A formação da equipe foi feita ao acaso, os participantes não tiveram nenhuma ingerência na seleção. O lema que detonante para a construção da história foi a mesma para todos: "Do tecido do tato, o fruto, a dança”. 
 
Pergunta - O que achou do filme ser selecionado para o FAM?
Camila - Foi uma notícia muito feliz para mim como para a equipe de Cinco5. É emocionante ver que teu trabalho e esforço são reconhecidos. 
 
O FAM 2017 tem o patrocínio Funcultural/ Fundação Catarinense de Cultura, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esportes, Governo do Estado de Santa Catarina, da Petrobras e do Governo Federal, com apoio da Secretaria de Cultura e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina e realização da Associação Cultural Panvision.

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